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Esquecimentos e Alzheimer

  • 27 de jul. de 2015
  • 1 min de leitura

Ao contrário do que é apregoado de boca em boca, o esquecimento não deve ser considerado normal nem na velhice. Estar atento aos primeiros sinais pode fazer toda a diferença para a identificação precoce da doença de Alzheimer e início do tratamento.


Diferente do que se acredita, a doença pode incidir também em pessoas ainda jovens, dando seus primeiros sinais a partir dos 30 anos de idade.


No filme "Para sempre Alice", a personagem de Julianne Moore reavivou a reflexão sobre a doença de Alzheimer. No longa, uma professora de linguística com apenas 50 anos começa a esquecer palavras, expressões, acontecimentos e a se perder nas ruas da cidade onde vive.


Causada pela deposição de duas proteínas no cérebro, o que leva à perda progressiva dos neurônios, a doença de Alzheimer tem risco aumentado em cerca de três a quatro vezes se existir familiar direto que teve a doença, mas é grande a incidência em pessoas sem história familiar.


Deve-se estar atento ao aparecimento de dificuldades na realização de tarefas corriqueiras que antes executava, e observar ainda:

1- Esquecimento de acontecimentos recentes;

2- Desorientação com relação ao tempo e espaço;

3- Dificuldade na escolha do vestuário, fazer opções por roupas de estação do ano contrária a atual;

4- Esquecimento de palavras simples ao falar, dificuldade de compreensão ao ouvir ou ao ler;

5- Diminuição ou perda de iniciativa, são alguns dos indícios.


Quanto mais precoce for o início do tratamento, maior será o controle na progressão da doença.


 
 
 

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