Tuberculose existe, mas tem cura
- 3 de out. de 2015
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Inicia neste mês de outubro uma campanha informativa sobre diagnóstico e tratamento da tuberculose. Protagonizada pelo jogador de futebol Thiago Silva, acometido pela doença em 2005 enquanto jogava na Rússia, que testemunha a cura e o retorno a sua carreira, a campanha reforça a necessidade de observar a incidência de tosses por mais de três semanas e a busca por exame e tratamento adequado.
Tratamento sem interrupção para a cura - A campanha ainda alerta para que o tratamento, que dura seis meses, não seja interrompido, mesmo após o desaparecimento dos sintomas.
Sobre a doença - A tuberculose é causada por uma bactéria que afeta principalmente os pulmões, mas também pode ocorrer em outras partes do corpo, como ossos, rins e meninges (membranas que envolvem o cérebro). Na maioria das pessoas infectadas, os sinais e sintomas mais frequentemente são tosse seca contínua, no início da doença, depois tosse com presença de secreção por mais de quatro semanas, transformando-se, na maioria das vezes, em uma tosse com pus ou sangue; cansaço excessivo; febre baixa geralmente à tarde; sudorese noturna; falta de apetite; palidez; emagrecimento acentuado; rouquidão; fraqueza e prostração.
Transmissão - A transmissão é direta, de pessoa a pessoa, por meio de pequenas gotas de saliva expelidas ao falar, espirrar ou tossir. Somente 5% a 10% dos infectados pelo bacilo de Koch adquirem a doença. O tratamento deve ser feito por um período mínimo de seis meses, sem interrupção, diariamente. No esquema básico, são utilizados quatro fármacos: rifampicina, isoniazida, pirazinamida e etambutol. Os pacientes que seguem o tratamento corretamente são curados.
Fonte: http://portalsaude.saude.gov.br


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